Pense no tamanho de uma fila com 70 mil pessoas. Imagine chegar agora e ir para o fim dessa fila. Todos os dias vários brasileiros passam por isso. A diferença é que eles entram na fila para tentar sobreviver, pra tentar conseguir um órgão e fazer um transplante.
E a gente pode diminuir esse sofrimento de duas formas: avisando em casa, aos familiares, que queremos ser doadores de órgãos quando morrer, e conversando com os amigos, espalhando por aí a importância do ato de doar. Não é preciso deixar nada por escrito, em nenhum documento.
Mais detalhes no site da campanha, do Ministério da Saúde, ou pelo Disk Saúde: 0800 61 1997.